terça-feira, 28 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
All Star
All Star
(Nando Reis)
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu all star azul
Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu all star azul combina com o meu preto de cano alto
Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço
O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato
Estranho é gostar tanto do seu all star azul
Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem ficou pra laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem, ficou pra hoje
(Nando Reis)
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu all star azul
Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu all star azul combina com o meu preto de cano alto
Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço
O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato
Estranho é gostar tanto do seu all star azul
Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem ficou pra laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem, ficou pra hoje
quinta-feira, 18 de junho de 2009
O que é que estou fazendo aqui?
Lembro que quando decidir estudar jornalismo fui indagado por alguns amigos e parentes, sempre com a seguinte pergunta: “ah, por que você não faz outra coisa, vai fazer logo jornalismo? “. Eu sempre respondia: “se é pra fazer um curso superior, eu quero uma coisa que me der prazer. Por isso vou fazer jornalismo, mesmo morrendo pobre”.
Após a decisão do Supremo Tribunal federal, que ontem, 17 de junho, decidiu pela extinção do diploma de jornalista, chegando a comparar a profissão que eu escolhi com a de cozinheiro, (com todo respeito a essa classe), eu me questiono se fiz a escolha certa. Talvez tivesse ter ouvido aquele amigo do meu pai que sempre me aconselhou a fazer direito.
Quando penso que sair da minha casa, deixei minha família, amigos e vim morar em uma cidade que nem sabia pra que lado ficava; tudo em nome de uma paixão e, porque não, de uma vaidade: ser jornalista e ter um diploma. E agora, decidem que qualquer um, sem o mínimo preparo, pode ser aquilo que eu estou estudando para ser, causa desanimo e decepção.
Fico triste por saber que o órgão que diz representar os estudantes de comunicação do Brasil, a ENECOS, compactua da opinião dos Ministros do Supremo, como Excelentíssimo senhor Gilmar Mendes. Ambos repudiam o diploma de jornalista; eu só queria saber o motivo.
Médicos, advogados, engenheiros, pedagogos, entre outras profissões exigem o diploma para que sejam exercidas. Então, por que a profissão que eu escolhi tem que retroceder?
Mesmo com este duro golpe, não desistirei do meu objetivo: tornar-me um jornalista FORMADO, com o meu DIPLOMA. É isso que eu vim fazer aqui Ministro Gilmar, eu vim estudar para ser um JORNALISTA e não um cozinheiro.
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
As coisas tão mais lindas
As coisas tão mais lindas
( Nando Reis )
Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela e então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
sexta-feira, 15 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Erecom 2009, a praça é do povo!

Foi realizado de 30 de abril a três de maio, o terceiro encontro regional d@s estudantes de comunicação social (Erecom). O Evento aconteceu na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), em Vitória da conquista, trazendo como tema principal, a democratização dos meios comunicação.
Nem o frio conquistense e, muito menos, a falta de apoio da UESB conseguiu quebrar o ritmo do encontro. A Comissão organizadora, composta por verdadeiros guerreiros, soube se articular e garantir aos quase 300 estudantes dos estados de Alagoas, Bahia e Sergipe espaços de discussões e debates sobre os seus cursos e sobre comunicação. Quem foi até Vitória da Conquista não se arrependeu.

Nesse erecom teve de tudo um pouco: dos Gd’s (grupo de discussão); Get’s (Grupos de estudos e trabalhos); oficinas de todos os tipos; Mosquemom (Mostre o seu que mostro o meu); e, por fim, o ato público que tomou as ruas conquistenses no último dia do encontro.
Dentre os Gd’s e nos Get’s foram postos em debates vários temas, como estágio, assistência estudantil, a qualidade da formação do profissional de comunicação, o combate às opressões, a democratização da comunicação, entre outros. O espaço do mosquemom serviu para mostrar o estado degradante das escolas de comunicação do país através do relato dos estudantes.
As oficinas foram um dos grandes sucessos do evento. Com massoterapia, dança de salão, poesia, rádioweb, contrapropaganda, malabarismo, produção de fanzine e outras, os encontristas lotaram as salas e aproveitaram o espaço proposto pela C.O. Além das oficinas oficiais, uma, não oficial, chamou muita atenção: a de como confeccionar um baseado. Vale lembrar que essa foi uma iniciativa de alguns participantes do encontro.
O destino também ajudou no sucesso do Ereconkas. Por vontade dele (destino), o ato público que estava marcado para o dia primeiro de maio não aconteceu, sendo transferido para o dia três de maio. Para os que pensavam que isso seria um grande problema, se surpreenderam. O ato serviu como um grande encerramento para um encontro que tinha tudo pra dar errado. Com organização, criatividade e muita vontade, os estudantes conseguiram chamar à atenção da população local e mostrar que a praça é do povo!
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